quarta-feira, 4 de março de 2015
Um fino baixo a Ponte de D. Luís I
terça-feira, 3 de março de 2015
domingo, 1 de março de 2015
Arquitectura do Ferro - Estação de S. Bento
Arquitectura do Ferro
Estação de S. Bento
Pilares e vigas metálicos que sustentam a cobertura de chapa/vidro.
Lápis - 40min
Estação de S. Bento
Pilares e vigas metálicos que sustentam a cobertura de chapa/vidro.
Lápis - 40min
sábado, 28 de fevereiro de 2015
Encontro em Serralves, Parte II
Os restantes registos feitos durante a tarde.
Por causa da chuva, foram todos feitos no interior da Casa de Chá…
Serralves, Porto, Portugal, 22.02.2015
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
Serralves e a biologia marítima
Serralves e a biologia marítima
No meio de obras de arte diversas havia uma conferência sobre biologia marítima.
Estas pessoas estavam muito atentas ao que o conferencista dizia e mostrava.
No meio de obras de arte diversas havia uma conferência sobre biologia marítima.
Estas pessoas estavam muito atentas ao que o conferencista dizia e mostrava.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
E o mar lá ao fundo...
Quem conhece a Foz, no Porto, conhece também a Rua de Diu, que desce perpendicularmente à linha da costa até à Rua da Srª da Luz, no início da Av. do Brasil. Neste desenho, feito num dia cinzento de Janeiro a ameaçar chuva, vê-se um aglomerado de prédios - antigos e modernos - à esquerda e, lá ao fundo, o mar. Fi-lo de dentro do carro, onde, abrigada do vento, me pude deter com mais conforto a captar o momento:
(Esboço e local em A Caçadora de Desenhos.)
Encontro em Serralves, parte I
Aqui ficam alguns registos feitos durante o encontro de domingo. No interior do museu, a casa e um registo de "desafiante" lago. Outros virão! :)
Serralves, Porto, Portugal, 22.02.2015
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Uns a desenhar, outros a ler
Uns a desenhar, outros a ler
Três pessoas com pernas co-lineares.
Três minutos a desenhar.
Três linhas contínuas sem hesitar.
Três pessoas com pernas co-lineares.
Três minutos a desenhar.
Três linhas contínuas sem hesitar.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
5º ENCONTRO URBAN SKETCHERS NORTE
5º ENCONTRO URBAN SKETCHERS NORTE
Apesar do primeiro "choque" com os enormes espaços e o branco intimidatório do Museu de Serralves, optei por começar desenhar uma obra da Monika Sosnowska,"Buraco". De um buraco do tecto pedaços de entulho caídos no chão...
Depois optei por desenhar a obra "Escadas", uma escada de emergência em caracol esmagada...
Apesar do primeiro "choque" com os enormes espaços e o branco intimidatório do Museu de Serralves, optei por começar desenhar uma obra da Monika Sosnowska,"Buraco". De um buraco do tecto pedaços de entulho caídos no chão...
Depois optei por desenhar a obra "Escadas", uma escada de emergência em caracol esmagada...
Finalmente e uma vez que não iria ter oportunidade de ficar para a tarde com os colegas, no exterior, optei por tentar desenhar uma das maravilhosa vistas do jardim através de uma janela...
Praça dos Leões
Praça dos Leões, Porto, Portugal, 21.02.2015
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Em Serralves - 5º Encontro USkPN
Pois eu não perdi o 5º Encontro dos USkPN este sábado no Porto. E que bom foi conhecer algumas das pessoas que partilham o mesmo gosto pelos rabiscos e tintas! Da parte da manhã, estivemos no museu. Por muito fã que eu seja do local - e das suas linhas "Siza", puras e serenas - a verdade é que, para desenhar e sobretudo aguarelar, aquilo é tudo menos fácil! Para começar, a luz: sendo tanto zenital (do tecto) como multilateral (surgindo de todas as paredes), origina sombras que ou se cruzam ou se anulam, complicadas ainda mais pela luz artificial, vinda de frestas insuspeitas, muitas vezes do chão. E as cores? Branco sobre branco - o mais difícil de captar. Se juntarmos a isto linhas assimétricas e oblíquas, temos receita para desaire de sketching... Bem, mas "para a frente que atrás vem gente"! As minhas obras-primas começaram logo no átrio:
Esta espécie de árvore-de-natal de ferro velho, da autoria da polaca Monika Sosnowska, ocupava o centro da sala, sob a clarabóia gigante, elevando-se acima do primeiro andar. Sentei-me na escada e dali captei alguns visitantes-barra-zombies... Aqui, pelo menos, os frisos de mármore "marfil" davam a possibilidade dos beges!
De seguida, desci até ao piso do fundo, com amplas aberturas para o jardim. Apanhei ali o Fábio, sentado à chinês com o bloco no joelho, e imitei-o. As plantas que aqui vêem eram artificiais e moviam-se sob o efeito de uma célula sensível ao movimento. As pessoas aproximavam-se e as plantas começavam a abanar como se estivessem ao vento. Escusado será dizer que os miúdos, aos saltos, provocavam autênticos vendavais. Este foi também o único esboço que pintei in situ:
Por fim, parei na sala da rampa. E tive a sorte de ter sido autorizada a sentar-me na cadeira da vigilante! Um luxo. A janela central é, ela própria, um quadro... A instalação era um conjunto de pedras talhadas, amontoadas ao acaso. Fizeram-me lembrar o episódio (comentado nos telejornais) daquela instalação que uma empregada de limpeza destruiu pensando tratar-se de restos de obra...
Da parte da tarde, jardins. São lindos de morrer, os jardins de Serralves, mas o tempo não esteve pelos ajustes. Depois deste esboço da fachada da Casa Rosa, começou a chuviscar... E ficou por aqui o meu labor de desenhadora. As cores de aguarela, essas, já foram feitas em casa:

Obrigada ao Tiago pela organização do Encontro. Vamos ficar à espera de mais!
5º Encontro USK Norte - Serralves
domingo, 22 de fevereiro de 2015
4º Encontro USK Norte
Mais vale tarde que nunca...
No 4º Encontro USK Norte, em Santa Catarina apeteceu-me desenhar o charme de
outras eras:o belíssimo Grande Hotel do Porto
Ainda tentei rabiscar alguns colegas de desenhos, entre sandes e amena cavaqueira em português e galego, ao almoço na Ribeira...
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
As cores da Ribeira
No meu regresso de Madrid, a primeira coisa que me apeteceu desenhar foi o Porto - em particular, a Ribeira. Estava um dia de Janeiro glorioso, com um sol que aquecia a pele e fazia vibrar as cores do casario junto ao rio. O enquadramento era exigente, com muita informação, muitas linhas em conflito e um ponto de vista muito baixo, sem esquecer dois carros e pessoas que passavam. O esboço ficou bastante "pessoal" (eufemismo para "torto"), mas aqui o deixo, como tributo a esse lado tão castiço do Porto:
Fiquem bem!
Miú
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