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domingo, 3 de maio de 2020
Quarentena desenhada #2
Enquanto estamos a usar a nossa casa ao máximo, experimentamos todos os cantos e olhamos para todos os pormenores com mais atenção. Desta vez deitei-me no quarto da minha filha a vê-la brincar. Enquanto isso fui desenhando o que via. Ela, curiosa, achou piada ao desenho e quis pintá-lo.
quarta-feira, 24 de abril de 2019
Novos Esboços - Foz do Douro
Retrato de uma transeunte, perto do Edifício Transparente (a ferrugem a sair das canetas, do desenho!)
A foz, a zona rochosa do molhe, numa tarde de Janeiro.
A Pérgula da Foz. Com uma multidão de maratonistas sequiosos à esquerda...
Uma vista com os pinheiros do percurso que liga o parque à marginal da Foz, na zona do Castelo do Queijo.
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Novos Esboços - Apúlia
Um pitoresco edifício antigo à entrada da marginal de Apúlia. Possivelmente a Capitania Velha? Estava cheia de colónias de andorinhas.
A zona da marginal, virada para os areais da cidade.
domingo, 18 de junho de 2017
Zoo de Santo Inácio
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domingo, 11 de junho de 2017
Sinfonia Órgão - Casa da Música
Depois de um iato enorme, devido a razões.. haem... académicas... volto finalmente a partilhar convosco o trabalho de hoje.
Mais um magnífico concerto pela orquestra sinfónica da Casa da Música, inspirador, elegante e enriquecedor. Nunca deixo de me surpreender nestes concertos, porque julgo reconhecer o trabalho dos compositores que antecederam o trabalho do autor visado (neste caso Camille Saint‑Saëns). Talvez tenha reconhecido Beethoven e decerto Mozart, aliás, Saint‑Saëns parece ter algo em comum com este último no que toca à inspiração. Falo de questões que se ligam às agruras da vida: o réquiem para um desconhecido no caso de Mozart, e, no caso de Saint‑Saëns, a morte de ambos os filhos .
Mais um magnífico concerto pela orquestra sinfónica da Casa da Música, inspirador, elegante e enriquecedor. Nunca deixo de me surpreender nestes concertos, porque julgo reconhecer o trabalho dos compositores que antecederam o trabalho do autor visado (neste caso Camille Saint‑Saëns). Talvez tenha reconhecido Beethoven e decerto Mozart, aliás, Saint‑Saëns parece ter algo em comum com este último no que toca à inspiração. Falo de questões que se ligam às agruras da vida: o réquiem para um desconhecido no caso de Mozart, e, no caso de Saint‑Saëns, a morte de ambos os filhos .
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domingo, 5 de fevereiro de 2017
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